Seja Bem-Vindo

Por Isis F. Bastos

"Batendo Cabeça"

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Uma noite, durante minhas saídas acabei parando no Chez Michou Búzios, onde por uma maravilhosa coincidência, estava acontecendo o Concurso de Jovens Talentos do Pop e Rock. Foi quando vi a Helgrid tocar e pensei: Estes são o que chamo de "monstros" e preciso falar sobre eles. Infelizmente algumas coisas aconteceram, mas tive a oportunidade de conhecer o guitarrista Danilo Perrote, que é um cara super bacana e sempre esteve disposto a contribuir com o nosso blog.


O guitarrista Danilo Perrote nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 1992 e atualmente mora em Cabo Frio. Sempre apoiado pelos pais, ele nos conta sobre seu envolvimento com a música e projetos para o futuro
.


IFB: Como começou sua relação com a música?

Danilo: Minha relação com música começou desde que me entendo por gente, mas desde que não me entendia por gente muitos também me diziam sobre o quão ligado a coisa eu era.
Tudo começou e aconteceu muito rápido...

IFB: Você sempre curtiu rock?

Danilo: Sempre. Pra mim o Rock é tudo o que envolve atitude independente do movimento artístico/pessoal. Mas se tratando de som, foi o passaporte pra toda a minha evolução em todos os sentidos.

IFB: Em meio a tantas variações, qual seria o gênero em que você mais se encaixa nesse mundo "rock"?

Danilo: Difícil de responder.. amo tudo o que me agrada e evito de rotular coisas.Tem muitas bandas de estilos distintos que mexem muito comigo.

IFB: Como você foi contaminado pelo estilo?

Danilo: Tiveram muitas descobertas que fiz sozinho, no meio disso teve o meu pai no meio, amigos, pai de amigos, etc. Conheci muita coisa legal através de um CD que roubei do meu velho, que continha Kiss, Iron Maiden, Guns n Roses, Van Halen, entre outras. Porém meu pai havia parado de ouvir esses "sons de moleque", afinal, nunca foi um malvadão do Rock, só escutava umas coisinhas por ser o que reinava no mundo anos atrás. Acabei, com o tempo, transformando ele num tremendo amante de música/arte.

IFB: Fale um pouco sobre o Helgrid. Como surgiu, e tal...

Danilo: Pra mim foi a banda mais legal que já existiu. Nos conhecemos andando por aí nas ruas, trocando idéias, figurinhas de música e finalmente tocando. Somos todos do mesmo grupo de amigos e que, por sinal, muitos deles também tocaram nessa banda. O nome Helgrid acabou virando um codinome da nossa "galera".

IFB: A pergunta que não quer calar: O que quer dizer Helgrid?

Danilo: Vem da mitologia nórdica: Helgrid é a porta que divide o mundo dos vivos e dos mortos. Mas o significado da banda pra mim sempre foi a amizade do nosso círculo de amigos, dos que tocaram e não tocaram na coisa; de todos os que eram amigos se tornaram mais ainda, e dos que não eram que acabaram virando.

IFB: Com tantos verbos no passado e muitos boatos, estou até assustada. A banda realmente acabou?

Danilo: Tinham coisas que realmente estavam afetando o nosso pessoal, portanto, achamos melhor parar com a banda para preservar a nossa amizade. Queríamos muito ter feito um último show "oficial" com a banda, mas infelizmente não ocorreu. Talvez se tivesse acontecido isso a gente nunca teria dado esse tempo, digamos assim.Mas não quer dizer que pararemos pra sempre. Um dia, quem sabe, voltemos a tocar?

*pessoal como banda...
IFB: Espero que sim. E como vão os planos para o futuro?

Danilo: Está crescendo um projeto que já tenho com um parceiro tem um ano, o Vitor. É um mix geral de música brasileira, com Rap, Rock e tudo o que pode cair bem na nossa mistura. Acabei agregando meus companheiros instrumentistas do Hell para formarem a banda. O resultado está legal, só faltam uns ensaios pra ficarmos afiados de verdade. O nome é MV.Por fora disso, continuamos eu, Israel e o Ian a procurar alguém para completar o nosso line up cantando. Mas não temos nenhuma idéia do estilo a seguir, dependerá muito da tal pessoa que for cantar conosco. Espero que surjam boas figuras. A idéia principal é não formar um New Helgrid, mas sim uma banda nova, com um som bom.

IFB: Para finalizar...tem algo mais que gostaria de falar?

Danilo: Obrigado!

IFB: Imagina! Todos nós que agradecemos a paciência e a colaboração. Afinal, toda esta conversa foi feita via Facebook e é preciso ter muita paciência para escrever tudo isso e Danilo foi mestre!

Obrigada!



Então galera, muitas novidades ainda estão por vir!


A Banda MV já tem seu show de abertura marcado. Será realizado no Iate Clube Costa Azul em Cabo Frio no dia 17 de dezembro.

Quer saber mais? Entre nos links Facebook: Helgrid Cabo Frio
Youtube: http://www.youtube.com/user/helgridbr

Facebook: MVOficial
Youtube: http://www.youtube.com/user/MVORock

O armário de Marilyn

É com muita admiração pelos grandes “MonstroS” da arte, que resolvi trazer um para nosso armário .

Abrindo as portas do "closet" de uma grande diva(Marilyn Monroe), tenho o orgulho de apresentar-lhes um grande mestre chamado Travilla.


O figurinista William Travilla, ou somente Travilla, conheceu Marilyn em 1950 quando ela perguntou se poderia pegar emprestado o seu provador para experimentar uma roupa. Ele foi um dos vários designers contratados para a 20th Century Fox na época. Eles trabalharam juntos em oito filmes: Monkey Bussines(1952), Don't Bother to Knock(1952), Gentlemen Prefer Blondes (1953), How to Marry a Millionaire (1953), There's No Business Like Show Business (1954), River of No Return (1954), The Seven Year Itch (1955), e Bus Stop (1956). Em sua longa carreira, Travilla ganhou um Oscar por seu trabalho no drama de Errol Flynn As Aventuras de Don Juan (1948), ele foi indicado por seu trabalho em dois filmes de Marilyn, There's no Business Like Show Bussiness e Bus Stop.


Gentlemen Prefer Blondes (1953)

Gentlemen Prefer Blondes (1953)

There's No Business Like Show Business (1954)

There's No Business Like Show Business (1954)

River of No Return(1954)

The Seven Year Itch (1955)

Travilla desenhou a grande maioria dos figurinos mais memoráveis ​​de Marilyn, incluindo os vestidos que ela usava para em eventos públicos, como a 1953 Photoplay Awards. Ele ajudou a costurar o vestido em ouro puro lame, que ela tinha usado em Gentlemen Prefer Blondes, para ir e receber o prêmio Hollywood "Fastest Rising Star de 1952."

O vestido usado na premiação


O carinho e admiração de Marilyn por Travilla era tão grande que sempre que podia, ela solicitava os seus trabalhos.

Marilyn autografou um calendário de nus para Travilla com as palavras: "Querido Billy, por favor, vista-me para sempre. Te amo. Marilyn."


Estes dois últimos croquis foram desenhados para um filme que Marilyn nunca gravou.

Espero que tenham curtido esta breve demonstração de carinho e que muitos outros mestres ou "monstros" possam surgir para mostrar seu trabalho para as gerações futuras. Desejo que a arte nunca morra e que a sede pelo conhecimento, aprendizado e inpirações possa crescer cada dia mais.





Isis F. Bastos



fonte:
www.google.com

Especial Casamentos - Praia

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Sabe aquela correria de marcar data na igreja, alugar salão de festas e blá, blá, blá...Esqueça!


Para quem gosta de quebrar regras e fugir do convencional está é uma ótima aposta para os casais mais ousados.



Imagine-se em uma ilha paradisíaca, quando de repente uma garrafa vem boiando em sua direção! Não, nem pra tanto, né?! rsrsrs
Mas este lindo convite, estilo "Message in the botttle" dá um ar um tanto cinematográfico até mesmo para uma simples cerimônia.


Para quem curte classicos e elegantes convites, esta é uma aposta bem diferenciada e sem perder a sofisticação.

Simplicidade, práticidade e charme!

Nada de tiaras mega chamativas, estilo "Miss qualquer coisa..."
Um casamento ao ar livre pede algo menos estravagante, porém, tem que ser natural e especial. Afinal, é um GRANDE dia!

As tranças de todos os tipos e formas adornadas por lindas flores frescas ou solto com tiaras podem ser uma ótima escolha. Pois, lembre-se: "Não podemos domar a natureza, mas podemos domar os nossos cabelos!". Afinal, você não vai querer ficar durante toda a cerimônia segurando o cabelo para não entrar na boca, nos olhos ou voar no rosto do noivo, não é?(Imagine)



Bem, os tempos mudaram e graças a qualquer santo casamenteiro, já não é mais moda aqueles bolos espalhafatosos de 8 ou mais andares que tinham mais babados do que o vestido da noiva. Limitar-se a simplicidade pode ser bem bacana, pois temos que valorizar também o ambiente escolhido, porque não teria sentido fazer um casamento externo sem pensar na paisagem.



Por falar em simplicidade e valorização do espaço...


Fantástico, rústico e criativo porta-alianças:

Ou bem simples...
Também acho muito bacana esta opção. Ótimo para o casal cheio de estilo!


Lembrancinhas baratas e fáceis de fazer:


Como não poderia faltar em qualquer post sobre noivas, o vestido!

Com um charme particular e uma pegada hippie, vai uma idéia:

Para os homens: